A pessoa que você será daqui a 5 anos vai ser baseada nas escolhas que você fizer hoje. E tudo o que você vai ter lá na frente também será reflexo das suas escolhas agora.

Então pense aqui comigo que tipo de relacionamento amoroso você vai ter lá na frente.

Se seu foco continuar sendo apenas a sua carreira, adivinhe como estará a sua vida amorosa daqui a 1, 5 ou 10 anos?

Exatamente como está hoje. Você estará saindo com os mesmos tipos de homens, aqueles que não te levam a sério e que depois de alguns poucos encontros te dizem que não estão prontos para um relacionamento.

Ou o que é pior, você estará sozinha, tentando se conformar e acreditar que relacionamentos não são para você, pois você é muito independente e isso assusta os homens.

Mas eu quero te contar aqui hoje que você pode definir agora que tipo de relacionamento amoroso você vai ter daqui a 1, 5 ou 10 anos…

As atitudes certas vão refletir no relacionamento amoroso

Você é muito boa no que você faz profissionalmente, porque você se dedica muito a isso. Você não desiste, você corre atrás da informação, você faz cursos e estuda o assunto, você se inspira por grandes profissionais da sua área, modela as atitudes e comportamentos dessas pessoas, faz sempre um pouco a mais do que lhe foi pedido pelo seu chefe.

Estamos falando aqui de que exatamente? De talentos ou de atitudes? Atitudes: estudar, fazer, modelar, dedicar.

São as ATITUDES certas, muito mais que seus talentos natos, que te levam ao sucesso maravilhoso que você tem hoje na sua carreira.

Os profissionais de alta performance, grandes empresários, filósofos e até a Madre Teresa de Calcutá [e coloque aqui um grande profissional ou personalidade que você admira], conquistaram o que conquistaram, foram quem foram, pelas ATITUDES que tiveram e não (apenas) pela sua genética ou talento.

Talento e genética sem atitudes assertivas não faz gênio algum rico, nem faz beldades e celebridades felizes e bem casadas.

É bem provável que você não tenha nascido com o bumbum virado para a lua.

E é bem provável também que tudo o que você conquistou até hoje na sua vida profissional tenha vindo de uma sequência de pequenas ATITUDES, a partir de decisões que você tomou em algum momento:

“Quero ter sucesso”, “Quero ser alguém na vida”, “Não quero passar as dificuldades que meus pais passaram”… ou qualquer outra coisa do tipo.

Aí está a chave…

A partir dessas decisões, você passou a fazer o que precisava ser feito para alcançar esse sucesso profissional que você tem hoje.

Você escolheu a faculdade que você cursou, você disse “sim” a uma vaga de emprego, você se dedicou naquele trabalho, você chamou a atenção de algum chefe ali para a sua produção acima da média dos demais funcionários.

E cada um desses pequenos passos, dessas pequenas decisões, cada hora que você trabalhava a mais que seus colegas, cada uma dessas coisas foi te fazendo crescer na carreira e conquistar seu espaço.

Tire apenas alguns segundos para você se lembrar de toda a sua trajetória profissional. Quantas coisas você passou, quantas decisões tomou, quantas coisas abriu mão para investir tempo, dinheiro e energia na construção dessa carreira.

Nada disso é diferente da vida amorosa.

Em algum momento te falaram que “o amor acontece”, “quando for a pessoa certa, você vai saber”, “o que é seu tá guardado”, “se não deu certo, é porque não era para ser”…. E com esse tipo de informação, o que você fez em relação a sua vida amorosa? O que você vem fazendo dela?

Nada! Você apenas espera que as coisas aconteçam.

E sabe o que vai acontecer se você continuar esperando?

NADA!

Ou, o que é pior. Você pode acabar conhecendo alguém que nem era exatamente quem você gostaria, com atitudes que não te agradam. Em resumo, um cara para quem você daria uma nota 4 ou 5 (média / baixa).

Mas, porque o tempo passou, porque você não tem outras opções e porque você já está completamente desacreditada e não aguenta mais o medo da solidão, o que você faz?

Você passa a acreditar que é isso que você merece e se casa com essa pessoa incompatível com você, sendo infeliz na relação, mas certa de que pelo menos você “desencalhou”  e não é um fracasso total.

Mas não precisa ser assim, se você não quiser.

Diferentemente do que te contaram, o amor não é decidido pelo coração, porque o coração não decide nada, ele bombeia sangue para o seu corpo, ele te mantém viva.

Essa é a função do coração. Essa visão romantizada de que o coração manda no amor e decide tudo, foi inventada por aí e simplesmente nunca te ajudou em nada.

O amor é decidido no cérebro. No mesmíssimo lugar em que você toma as decisões da sua vida profissional.

O amor, o relacionamento, a pessoa que você está conhecendo precisam ser analisados. Exatamente como você faz com os relatórios, propostas, gráficos e currículos que você recebe no seu trabalho.

Ou você contrata pessoas com o argumento de que “Ahh, mas parece muito ser uma boa pessoa”. Você não faz isso, pois o candidato a ocupar uma vaga na sua empresa precisa ter as competências e o perfil necessários para executar aquela função.

E você irá atrás de contratar dos meios para que você encontre essa pessoa, mesmo que você tenha que contratar uma empresa que preste esse serviço de recrutamento.

Certo?

O mesmo ocorre na sua vida amorosa, nos seus relacionamentos. Você está procurando alguém para ocupar a “vaga” de parceiro de vida. Essa pessoa existe, sim! Mas é preciso os meios necessários para encontrá-la.

E é por isso que eu digo que você pode definir, aqui e agora, que tipo de relacionamento amoroso você vai ter no futuro: só depende de você, do seu esforço, da sua vontade, das decisões que você tomar agora, das escolhas que você fizer. Vai depender de quanto você se conhece, de quanto está disposta a investir em você mesma, no seu sonho chamado “ter uma família”.

E aí, fez sentido para você esse post sobre relacionamento amoroso? Me conte aqui nos comentários ???